Na sangria desenfreada das horas que não passam
Repenso o compasso que guia essa trova
Pois que o verso regente engloba
Um amor que renova os sonhos que sempre sonhei
Não entendo com clareza a distância do que fui e do que sou
Mas adiante eu vou
Tendo ciência da incerteza do amanhã
Mas o que importa o amanhã?!
Quando os dias que vivemos são sempre os de hoje, agora
E a paz que me consagra poeta é a que parte do fio do teu olhar QUE ME TOCA
Que importa a incerteza?!
Quando vivemos a beleza de um amor sincero
Que na sua constância faz-se belo
Que na sua paixão faz-se completo
Penso e repenso o tom desse escrito
E o que digo?!
Bom... É amor, meu amigo.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário