Na janela da alma se vê
Um amor serenando prazer
Um acorde perdido no vento
Um intento suave de ser
Pelos olhos se vê paixão
Vê-se as cores do vasto sertão
A floresta Araripe e ocê
Refletindo o que há na canção
Não há como mentir, se enganar
Nem tem como negar, inventar
Essas cores que fazem você
Pelos olhos se vê confissão
Vê-se lábios bailando em desejo
Dois amantes vivendo um verão
Vê-se o mais piegas desfecho
Pois os olhos traduzem anseios
São espelhos do coração
São reflexos da nossa oração
O que existe e não pode calar
Ah... meu coração
Já não cabe nos meus olhos
Vive sempre em terremoto
Refletindo essa paixão...
Ah... teu coração
Sempre entregue ao meu, inteiro
Tão sincero devaneio
Só troveja em meu sertão...
sábado, 23 de janeiro de 2010
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3 comentários:
seus escritos estavão fazendo falta, seja bem vinda. bj
Amiga, parabéns! Como sempre, arrebentando! Saudades... beijos, Pulga!
Oi guria!lindos versos, parabéns. vê se agora nao pára mais. essa já tem melodia?pintou uma aqui...q tal?
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